(obra inferno)
"Do inferno..Do inferno voltei contemplando o vazioEm meu corpo trago os sinais Das batalhas que luteiDas armas que useiDas mortes que causeiNuma vertigem sufocanteSou um ser erranteQue nas veias corre, o fluido coruscante.Que transforma a dor, numa orgia alucinante.Incertos passos caminhei,Que nunca pude vislumbrarA extensão de minha inocênciaCristalizada em forma e corPerdidos passos,Perdidas almas eu deixeiEm regiões fronteiriçasDo inferno eu volteiEstou no limiarE continuo a contemplar".
terça-feira
(obra inferno)
"Do inferno..Do inferno voltei contemplando o vazioEm meu corpo trago os sinais Das batalhas que luteiDas armas que useiDas mortes que causeiNuma vertigem sufocanteSou um ser erranteQue nas veias corre, o fluido coruscante.Que transforma a dor, numa orgia alucinante.Incertos passos caminhei,Que nunca pude vislumbrarA extensão de minha inocênciaCristalizada em forma e corPerdidos passos,Perdidas almas eu deixeiEm regiões fronteiriçasDo inferno eu volteiEstou no limiarE continuo a contemplar".
"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?" Fernando Pessoa
Assinar:
Postagens (Atom)


